Juiz de Fora ainda tem ‘amontado’ de destruição 2 meses após chuva que deixou 66 mortos; FOTOS

  • 23/04/2026
(Foto: Reprodução)
Carro está nos escombros da chuva na rua Doutor Augusto Eckman, em Juiz de Fora Juliana Netto/g1 Sessenta dias após o temporal histórico que devastou Juiz de Fora e deixou 66 pessoas mortas, o cenário ainda é de destruição em vários pontos da principal cidade da Zona da Mata mineira. Em muitos locais, o amontoado de terra ainda continua, e moradores aguardam vistoria da Defesa Civil para saber se poderão ou não voltar para as casas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp Segundo a Prefeitura de Juiz de Fora, até o momento, foram registradas 8.094 ocorrências. Desse total, 6.992 foram atendidas pela Defesa Civil, e 1.102 ainda estão pendentes, todas com pelo menos uma tentativa de vistoria. 🔎 A Defesa Civil informou que deixa uma notificação fixada na residência do proprietário ou locatário para comunicar a tentativa de vistoria. O aviso é colocado em local visível e protegido contra danos e, se necessário, o órgão solicita a um vizinho que comunique o morador sobre a visita. O endereço retorna à lista de imóveis a serem vistoriados, sem limite de tentativas devido à situação de calamidade. O g1 esteve nesta semana em alguns bairros de diferentes regiões e mostra em imagens como está a situação. Juiz de Fora ainda tem ‘amontado’ de destruição 2 meses após chuva que deixou 66 mortos Rua Doutor Augusto Eckman, no Jardim Natal Uma das imagens mais impactantes é a da rua Doutor Augusto Eckman, no Jardim Natal, na Zona Norte, onde um carro está entre os escombros ainda não mexidos. Máquina de lavar, geladeira, colchão e outros itens domésticos também estão em meio aos entulhos não retirados. Initial plugin text Avenida Olavo Bilac, bairro Cerâmica No bairro Cerâmica, a avenida Olavo Bilac, no local conhecido como 'Curva da Miséria', permanece fechada. Com o deslizamento ocorrido na rua acima, a encosta foi afetada e também atingiu a avenida e casas do entorno. Ônibus e outros veículos estão impedidos de circular pela via. Avenida Olavo Bilac, em Juiz de Fora Juliana Netto/g1 Macromural, bairro Esplanada No bairro Esplanada, a situação pouco se alterou. Em março, a Prefeitura chegou a informar que estuda a demolição do conjunto de casas que compõem o macromural artístico. Mas, até então, moradores permanecem no local. Macromural do bairro Esplanada, em Juiz de Fora Juliana Netto/g1 Rua do Carmelo, no Paineiras No Paineiras, ainda há muitos escombros para serem retirados. Na rua do Carmelo, onde cinco pessoas da mesma família morreram, a escadaria que dá acesso às casas tem galhos, pedras e itens das casas atingidas. Initial plugin text Rua Murilo Miranda de Andrade, no Paineiras Na rua Murilo Miranda de Andrade, também no Paineiras, onde um policial penal morreu soterrado após salvar a esposa e vizinhos, ainda eram realizados trabalhos de limpeza na segunda-feira (20), no dia em que a reportagem esteve no local. Initial plugin text LEIA TAMBÉM: Com ‘pior dor do mundo’, idosa vive no improviso após ser desalojada pela tragédia da chuva em Juiz de Fora Estrada Engenheiro Gentil Forn: reconstrução não tem estimativa de custo ou início das obras VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes

FONTE: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2026/04/23/juiz-de-fora-ainda-tem-amontado-de-destruicao-2-meses-apos-chuva-que-deixou-66-mortos-fotos.ghtml


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