Campanha coleta DNA de familiares de pessoas desaparecidas em Juiz de Fora; veja como participar

  • 26/08/2026
(Foto: Reprodução)
Campanha nacional de DNA busca identificar pessoas desaparecidas Familiares de pessoas desaparecidas podem participar, nesta semana, da 4ª Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas. Em Juiz de Fora, o ponto oficial de coleta fica na Delegacia Regional da Polícia Civil, na rua Custódio Tristão, 76, no bairro Santa Terezinha, das 8h30 às 12h e das 14h às 17h. A mobilização é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e reúne 342 pontos de coleta nas 27 unidades da Federação. A iniciativa tem como objetivo ampliar o banco de perfis genéticos para ajudar na identificação de pessoas desaparecidas em todo o país. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp Quem pode doar? A prioridade é para familiares que tenham maior proximidade genética com a pessoa desaparecida. São eles: pai e mãe biológicos; filhos biológicos; irmãos que tenham o mesmo pai e a mesma mãe. Quando esses parentes não estão disponíveis, a perícia pode avaliar outras possibilidades de familiares. A coleta também é destinada a parentes que moram em outro município ou estado. Não é necessário que o desaparecimento tenha ocorrido em Juiz de Fora ou em Minas Gerais. Como é feita a coleta? Campanha coleta material genético de familiares de desaparecidos no Brasil Divulgação/SSP-PI Durante a mobilização, a orientação divulgada pelo Ministério da Justiça é a coleta de material genético com um cotonete passado na parte interna da bochecha. O procedimento é gratuito, rápido e indolor. O familiar deve apresentar documento de identificação e informar os dados do boletim de ocorrência relacionado ao desaparecimento. Quem tiver objetos pessoais com possível material genético da pessoa desaparecida, como escova de dentes ou dente de leite, também pode levá-los para avaliação da perícia. LEIA TAMBÉM: Quase metade dos desaparecidos em Juiz de Fora em 2026 são adolescentes Há um ano, filho procura por mãe desaparecida em Juiz de Fora: 'Não sei mais o que fazer' Precisa esperar a campanha para fazer a coleta? Não. A coleta de material genético não fica restrita ao período da mobilização. Familiares podem procurar o serviço posteriormente, e não existe limite de tempo relacionado à data do desaparecimento. Também não é necessário repetir o procedimento caso o familiar já tenha fornecido material genético anteriormente à perícia oficial. Como registrar o desaparecimento? O registro de um desaparecimento deve ser feito assim que houver uma quebra injustificada da rotina da pessoa. Não é preciso esperar 24 horas. O boletim de ocorrência pode ser registrado em uma unidade da Polícia Civil ou pela internet. Ações na região A Mobilização Nacional também acontece em outras cidades na região. Veja abaixo: Barbacena Instituição: Faculdade de Medicina de Barbacena FUNJOBE Endereço: Praça Antônio Carlos, 8, São Sebastião Telefone: (32) 3339-2971 Leopoldina Rua Padre Júlio, 138, Centro Nas dependências do Hospital Casa de Caridade Leopoldinense Muriaé Rua Coronel Izalino, sem número, Centro São João del Rei Avenida Brasil, 150, no bairro Fábricas Ubá Rua Antônio Martins Filho, 500, no Santo Antônio Viçosa Rua Getúlio Vargas, sem número, no bairro Bom Jesus Viçosa Mesmo anexo do Detran. Há uma placa do Posto Médico Legal VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes

FONTE: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2026/08/26/campanha-coleta-dna-de-familiares-de-pessoas-desaparecidas-em-juiz-de-fora-veja-como-participar.ghtml


#Compartilhe

Aplicativos


Locutor no Ar

Anunciantes